12 de janeiro de 2007

Liame

Sinto meu tempo passar
Passou sem me permitir
Retornar
Tal uma foice
Cortando bases
Derrubando sonhos
Mas deixando as raízes
Necessárias
Profundas
Diversas em forma
Cor e essência
Guardiãs da virtude latente
E sustentáculos da nobreza fértil
Que semeia e enriquece
Meu solo cada vez mais
Enraizado
Entrelaçado...


- Navi Leinad -

11 comentários:

Luana Caldas disse...

Oi Ivan, já estais em Belém?

marisanblog disse...

Ivan,

Nosso poeta. Faço a mesma pergunta da Luana. Já estás aqui homi??!

Abraços

Mari

citadinokane disse...

Luana y Mari,
O hômi estava e já foi embora para o Amapá...
Estamos te esperando Ivan.
Abraços,
Pedro

Bruna Cereja disse...

Estou com saudade sua no meu blog! Poxa vc tá em Macapá e não vamos mesmo nos ver? hehehe Beijos

Navi Leinad disse...

Luana e Mari,
o Pedro já respondeu :-P
Abraços.

---------------------------------------

Pedro,
Fevereiro tô de volta... assim espero!
Abraço.

---------------------------------------

Bruna,
minha ausência foi só nos comentários, mas prometo voltar a comentar, ok?

citadinokane disse...

Ivan,
Mande notícia quando der pra ocê mandar...

Daniela Mann disse...

(`“•.¸(`“•.¸ ¸.•“´) ¸.•“´)
Abraços da Daniela
(¸.•“´(¸.•“´ `“•.¸)`“ •.¸)

Navi Leinad disse...

Pedro,
acabei de mandar... em dose dupla :-P

---------------------------------------

Daniela,
obrigado pela visita.
Abraço.

Menina do Rio disse...

O tempo passa como as aguas de um rio descendo a correnteza. Não há retorno...

Beijos e uma linda semana!

Anônimo disse...

é muito bom o seu Blog mesmo... Estarei adicionando nos favoritos do meu... quando sobrar um tempinho de uma olha lá... www.brasilero.zip.net

Navi Leinad disse...

Menina do Rio,
e essa mesma correnteza lava as mágoas e traz junto os laços sinceros que fazemos pelo caminho.

-----------------------------------

Anônimo (?),
obrigado pela visita e volte sempre.